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quarta-feira, julho 07, 2010

Câmara Municipal da Amadora diz que famílias realojadas em Sintra são "devidamente acompanhadas pelos serviços técnicos"

XI Congresso do PS FAULA Câmara Municipal da Amadora respondeu hoje às intervenções dos vários elementos dos órgãos autárquicos de Sintra citando Marco Almeida. A Câmara Municipal da Amadora diz que não são 2300 famílias que estão por realojar na Amadora. Das 5127 famílias a viver em barracas na Amadora no ano 1993, ainda restam 1544 famílias. A Câmara Municipal da Amadora não esclarece porém onde e quando vai realojar essas famílias e se já houve uma nova referenciação depois de 1993.

No último parágrafo do comunicado, a Câmara Municipal da Amadora relembra que acolhe 700 estudantes do concelho de Sintra - da cidade de Queluz - na Escola Seomara Costa Primo, na Venteira, o que corresponde a quase metade dos alunos dessa escola, que tem actualmente 1381 alunos.

Câmara Municipal da Amadora diz que dá apoio aos realojados na Coopalme

A Câmara Municipal da Amadora diz no comunicado de hoje que as 40 famílias realojadas em Algueirão Mem-Martins são "devidamente acompanhadas pelos nossos serviços técnicos através de um gabinete de atendimento no local."

Relacionado: Realojamentos da Amadora no concelho de Sintra põem a nu altercações políticas

quinta-feira, julho 01, 2010

Câmara Municipal da Amadora agiu com uma "acção terrorista" junto do concelho de Sintra, diz Marco Almeida

Na última Assembleia Municipal de Sintra, a política de realojamento da Câmara Municipal da Amadora foi discutida. Marco Almeida, vice-presidente da Câmara Municipal de Sintra, afirmou que "custe o que custar," o município de Sintra não quer nem vai acolher as 2300 famílias que vivem em barracas no concelho da Amadora.

Ao contrário da posição oficial do PS Sintra, Marco Almeida entende que o município da Amadora deve encontrar espaço e casas no seu território. Desta forma terá a obrigação de fazer o acompanhamento social destas famílias.

sexta-feira, junho 18, 2010

Paula Simões solicita esclarecimentos à Câmara Municipal da Amadora sobre novo realojamento no concelho de Sintra

A vereadora da Câmara Municipal de Sintra responsável pela Acção Social, Família e Habitação referiu ao Jornal Público que vai solicitar esclarecimentos à Câmara Municipal da Amadora sobre os realojamentos no concelho de Sintra.

760 barracas ao redor da cidade de Queluz

Em 2007, segundo dados do Departamento de Habitação da Câmara Municipal da Amadora, existiam 760 barracas por demolir ao redor da cidade de Queluz, na freguesia da Mina. O concelho da Amadora neste ano tinha um total de 2167 barracas por demolir. As únicas freguesias sem barracas eram São Brás, Venteira, Buraca e Alfragide.

Câmara Municipal da Amadora "dispersa" de forma desigual famílias que viviam em Barracas

A Câmara Municipal da Amadora além de "dispersar" famílias que viviam em barracas noutros concelhos, dentro do seu município fá-lo de forma desigual. Brandoa, São Brás, Falagueira, Buraca e Alfornelos albergam a maior parte das famílias a residir em fogos de habitação social.

Fátima Campos teme que Monte Abraão se transforme numa Cova da Moura

A presidente da Junta de Freguesia de Monte Abraão disse ao jornal Público que há oito anos a Junta apoiava cerca de 150 famílias. Hoje o número de famílias apoiadas são o triplo, cerca de 500.

quinta-feira, junho 17, 2010

Política de realojamento da Câmara Municipal da Amadora é "sacudir pró lado"

O vice-presidente da Câmara Municipal de Sintra escreveu hoje um artigo no blog Viver Sintra com o título "Sacudir pró lado." Marco Almeida repudia a política de realojamento da Câmara Municipal da Amadora quando realoja as pessoas em "zonas abarracadas" nos municípios vizinhos. A "metodologia foi adoptada de forma unilateral por parte da Câmara da Amadora sem qualquer articulação com as restantes autarquias," "ninguém conhece as características do realojamento agora iniciado" e "o modelo, se é que há, de acompanhamento das famílias a realojar."

segunda-feira, junho 07, 2010

"Vergonhoso:" Câmara Municipal da Amadora realoja pessoas em Queluz

Como foi aqui escrito, a Câmara Municipal da Amadora está a realojar famílias que moravam em barracas na cidade de Queluz. Fátima Campos, presidente da Junta de Freguesia de Monte Abraão deu a sua opinião: "é vergonhoso."

Ao Correio de Sintra, Fátima Campos questionou: "depois de os instalar como vai ser? Vêm os técnicos de lá para cá?" e disse: "trata-se de afastar os problemas para os outros concelhos."

quarta-feira, maio 19, 2010

Cidade da Amadora está a realojar famílias residentes em barracas na cidade de Queluz

A Câmara Municipal da Amadora está a realojar as famílias recenseadas no PER (Programa Especial de Realojamento) na cidade de Queluz. Trata-se de uma nova política desta Câmara que passa por dispersar os agregados familiares fora do seu concelho.

quinta-feira, fevereiro 11, 2010

CREL reabre amanhã no sentido norte-sul

CREL
Segundo o Governador Civil de Lisboa, António Galamba, a CREL vai abrir amanhã no sentido Norte-Sul : Belas-Queluz, mantendo-se enterrado e encerrado o sentido Sul-Norte : Queluz-Belas.

Há quase 3 semanas que a CREL encontra-se cortada entre Belas e Queluz. A chuva terá dificultado a remoção das terras que soterraram por completo o troço da CREL.

De recordar que até hoje e apesar de 3 envolvidos - Grupo Espírito Santo, Obriverca, Câmara Municipal de Amadora - não se apurou responsabilidades pelo soterramento da CREL.

[Actualização de acordo com a BRISA]

Segundo o comunicado da Brisa, a circulação no sentido Norte-Sul reabre às 06H00 de sexta-feira, dia 12 de Fevereiro. A Brisa esclarece ainda que a reabertura acontece depois da Autoridade Nacional da Protecção Civil de Lisboa e do Instituto de Infra-estruturas Rodoviárias (InIR) terem dado o seu parecer favorável.

A reabertura do troço Sul-Norte pode estar pendente dos proprietários do terreno que soterrou a CREL. As "obras [de consolidação de terras] deverão ser executadas pelos respectivos proprietários, que já foram notificados para esse efeito."

sexta-feira, janeiro 29, 2010

Joaquim Raposo afinal não é arguido : DCIAP e Polícia Judiciária em conflito

Pinto Monteiro
Ao que apurou o Diário de Notícias, a Unidade Nacional contra a Corrupção da Policia Judiciárias notificou Joaquim Raposo da sua constituição como arguido, mas o Departamento Central de Investigação e Acção Penal não terá validado a acção da Polícia Judiciária.

A procuradora Antonieta Borges do DCIAP tinha 10 dias para validar a decisão da Polícia Judiciária, mas optou por não o fazer. Desta forma, pode concluir-se que Joaquim Raposo e outros notificados não são arguidos.

O Diário de Notícias apurou ainda que Antónia Borges não validou a decisão da Polícia Judiciária pois Joaquim Raposo foi constituído arguido sem que tivesse acesso ao resumo dos factos que constam no processo contra o mesmo.

Polícia Judiciária não quer deixar prescrever caso de uma alegada corrupção com empreiteiros

Em defesa, a Polícia Judiciária afirmou ao DN que apenas optou pela constituição de arguido pois possibilita que o processo não prescreva, dado que a partir desse momento os prazos ficam suspensos.

A Polícia Judiciária já propôs ao Ministério Público a detenção de 14 suspeitos para primeiro interrogatório, no entanto, o MP só autorizou mandatos de busca já feitos no ano de 2005.

quinta-feira, janeiro 28, 2010

BES e Câmara Municipal da Amadora em desacordo quanto à propriedade do terreno que soterrou a CREL

Ante-ontem, um vereador da Câmara Municipal da Amadora afirmou que um fundo do BES era o dono do terreno que soterrou a CREL. Ontem o BES desmentiu afirmando que apenas geria o terreno e não era o proprietário. Hoje, o presidente da Câmara Municipal da Amadora vem afirmar novamente que o Grupo Espírito Santo é o proprietário do terreno especificando o fundo: Edifundo.

"Temos o registo de que aquele terreno pertence ao Edifundo do Grupo Espírito Santo. É a única certeza que a Câmara Municipal da Amadora tem. Há documentos e qualquer um pode confirmar" afirmou Joaquim Raposo à agência Lusa.

Recorde-se que o terreno desabou na sexta-feira passada e quase uma semana depois, a Câmara Municipal da Amadora diz imputar os custos ao Grupo Espírito Santo, enquanto o Grupo Espírito Santo diz que "as terras que desabaram vêm de um aterro, que é da câmara.”

Trabalhos de remoção de terras podem durar semanas

Quase uma semana depois do soterramento da CREL, ainda só foi removido 10% das terras desconhecendo-se para já onde estão a ser colocadas.

BES rejeita responsabilidades no soterramento da CREL

O Banco Espírito Santo afirmou hoje ao Público que não é o proprietário do terreno que soterrou a CREL. A ESAF (fundo Edifundo) do BES apenas gere o terreno, mas o seu proprietário é a empresa Obriverca.

Um porta-voz do BES disse ao jornal Público que “as terras que desabaram vêm de um aterro, que é da câmara, e passam por cima do que é gerido pela ESAF." Salientou ainda que “não está ainda minimamente determinada a origem e a responsabilidade da derrocada.”

O BES vem assim desmentir Gabriel Oliveira, vereador na Câmara Municipal da Amadora.

Recorde-se que ontem, a Câmara Municipal de Amadora disse que ia imputar os custos de remoção das terras e drenagem dos terrenos ao seu proprietário que seria um fundo do Grupo Espírito Santo. Agora o Banco Espírito Santo afirma que “as terras que desabaram vêm de um aterro, que é da câmara."

Esta situação poderá só resolver-se nos tribunais. No início houve uma guerra de palavras entre a Brisa e Câmara de Amadora. Ontem reuniram e abriram guerra ao proprietário dos terrenos referindo que os custos seriam imputados. Agora o proprietário dos terrenos não é o indicado pela Câmara referindo que apenas gere o terreno. No fim o proprietário dos terrenos é uma empresa de Vila Franca de Xira em Alverca do Ribatejo: a Obriverca. O porta-voz do BES afirma ainda que as terras que soterraram a CREL vêm de um aterro da Câmara da Amadora.

sexta-feira, janeiro 15, 2010

Joaquim Raposo é arguido em processo com nove anos : há risco de prescrição

O reeleito presidente da Câmara Municipal da Amadora, Joaquim Raposo, e Gabriel Oliveira, vereador "da Gestão Urbanística" são arguidos num processo que averigua se existiu corrupção no município.

O processo está a ser conduzido pelo DIAP Lisboa e segundo a TVI, único orgão de informação a noticiar o caso, já se prolonga há 9 anos. O processo corre o risco de prescrição e só agora Joaquim Raposo foi notificado para ser inquirido.

Em 2004 e 2005, o presidente da câmara, vários vereadores e empreiteiros tinham já sido objecto de buscas. Há 5 anos a PJ apreendeu vários documentos e computadores.

O DIAP Lisboa demorou mais de 5 anos após as buscas a notificar os arguidos e só agora, Joaquim Raposo e vários empreiteiros, foram notificados.

Felícia Cabrita, no jornal Sol, conduziu uma investigação jornalística sobre o processo. A notícia tem como título: "Empresa da mãe de Sócrates citada no processo de corrupção na Amadora"

Joaquim Raposo é presidente da FAUL

O actual presidente da Câmara Municipal da Amadora, eleito com maioria absoluta, é também líder da FAUL, estrutura do Partido Socialista que representa as secções concelhias da Área Metropolitana de Lisboa.

Joaquim Raposo, ao jornal SOL, afirmou hoje que irá recandidatar-se à presidência da FAUL.