Ao que apurou o Diário de Notícias, a Unidade Nacional contra a Corrupção da Policia Judiciárias notificou Joaquim Raposo da sua constituição como arguido, mas o Departamento Central de Investigação e Acção Penal não terá validado a acção da Polícia Judiciária.
A procuradora Antonieta Borges do DCIAP tinha 10 dias para validar a decisão da Polícia Judiciária, mas optou por não o fazer. Desta forma, pode concluir-se que Joaquim Raposo e outros notificados não são arguidos.
O Diário de Notícias apurou ainda que Antónia Borges não validou a decisão da Polícia Judiciária pois Joaquim Raposo foi constituído arguido sem que tivesse acesso ao resumo dos factos que constam no processo contra o mesmo.
Polícia Judiciária não quer deixar prescrever caso de uma alegada corrupção com empreiteiros
Em defesa, a Polícia Judiciária afirmou ao DN que apenas optou pela constituição de arguido pois possibilita que o processo não prescreva, dado que a partir desse momento os prazos ficam suspensos.
A Polícia Judiciária já propôs ao Ministério Público a detenção de 14 suspeitos para primeiro interrogatório, no entanto, o MP só autorizou mandatos de busca já feitos no ano de 2005.
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sexta-feira, janeiro 29, 2010
sexta-feira, janeiro 15, 2010
Joaquim Raposo é arguido em processo com nove anos : há risco de prescrição
O reeleito presidente da Câmara Municipal da Amadora, Joaquim Raposo, e Gabriel Oliveira, vereador "da Gestão Urbanística" são arguidos num processo que averigua se existiu corrupção no município.
O processo está a ser conduzido pelo DIAP Lisboa e segundo a TVI, único orgão de informação a noticiar o caso, já se prolonga há 9 anos. O processo corre o risco de prescrição e só agora Joaquim Raposo foi notificado para ser inquirido.
Em 2004 e 2005, o presidente da câmara, vários vereadores e empreiteiros tinham já sido objecto de buscas. Há 5 anos a PJ apreendeu vários documentos e computadores.
O DIAP Lisboa demorou mais de 5 anos após as buscas a notificar os arguidos e só agora, Joaquim Raposo e vários empreiteiros, foram notificados.
Felícia Cabrita, no jornal Sol, conduziu uma investigação jornalística sobre o processo. A notícia tem como título: "Empresa da mãe de Sócrates citada no processo de corrupção na Amadora"
Joaquim Raposo é presidente da FAUL
O actual presidente da Câmara Municipal da Amadora, eleito com maioria absoluta, é também líder da FAUL, estrutura do Partido Socialista que representa as secções concelhias da Área Metropolitana de Lisboa.
Joaquim Raposo, ao jornal SOL, afirmou hoje que irá recandidatar-se à presidência da FAUL.
O processo está a ser conduzido pelo DIAP Lisboa e segundo a TVI, único orgão de informação a noticiar o caso, já se prolonga há 9 anos. O processo corre o risco de prescrição e só agora Joaquim Raposo foi notificado para ser inquirido.
Em 2004 e 2005, o presidente da câmara, vários vereadores e empreiteiros tinham já sido objecto de buscas. Há 5 anos a PJ apreendeu vários documentos e computadores.
O DIAP Lisboa demorou mais de 5 anos após as buscas a notificar os arguidos e só agora, Joaquim Raposo e vários empreiteiros, foram notificados.
Felícia Cabrita, no jornal Sol, conduziu uma investigação jornalística sobre o processo. A notícia tem como título: "Empresa da mãe de Sócrates citada no processo de corrupção na Amadora"
Joaquim Raposo é presidente da FAUL
O actual presidente da Câmara Municipal da Amadora, eleito com maioria absoluta, é também líder da FAUL, estrutura do Partido Socialista que representa as secções concelhias da Área Metropolitana de Lisboa.
Joaquim Raposo, ao jornal SOL, afirmou hoje que irá recandidatar-se à presidência da FAUL.
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