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segunda-feira, agosto 23, 2010

Carreira 24 da Vimeca poderia ajudar a resolver problemas de mobilidade na cidade : aguardamos por Luís Duque

Desde a abertura das duas Extensões de Saúde Mactamã e Mãe de Água em 2008, vários utentes da cidade de Queluz foram transferidos (junto com os seus médicos) para a freguesia de Massamá. Uma das queixas frequentes da população idosa das freguesias de Queluz e de Monte Abraão sustenta-se no facto dos seus médicos estarem agora mais longe.

Actualmente o número 24 da Vimeca parte da estação de Queluz-Belas, atravessa Monte Abraão e termina no Bairro Cidade Desportiva. Com a abertura recente ao trânsito da Rua Cidade Desportiva, a carreira poderia passar na zona industrial de Massamá e acabar nas duas Extensões de Saúde em Massamá. A Carreira 24 da Vimeca poderia ser assim uma solução para as queixas dos cidadãos mais idosos.

Vantagens da extensão da carreira 24:
  • A criação de uma urbana que circule nas três freguesias da cidade de Queluz com custos inferiores às carreiras com destino a Lisboa. Com este percurso interliga-se uma carreira às restantes urbanas da cidade de Queluz e faz-se uma rede.
  • Transporte para os utentes das freguesias de Queluz e de Monte Abraão para as Extensões de Saúde na freguesia de Massamá.
  • A Zona Industrial de Massamá e a Urbanização Cidade Desportiva ganham uma vantagem económica (transporte público) com a passagem de uma carreira por toda a cidade.
Em Março, a sugestão foi enviada à Câmara Municipal de Sintra com conhecimento das três Juntas de Freguesia da cidade de Queluz. Da Junta de Freguesia de Massamá recebemos a resposta de que seriam necessárias "muitas assinaturas dos utentes e que a vimeca estivesse disposta a alargar o percurso até ao Centro de Saúde." A Junta de Freguesia de Monte Abraão encaminhou directamente a situação para o vereador Luís Duque, responsável na Câmara Municipal de Sintra. A Junta de Freguesia de Queluz não respondeu.
VIMECA 163 (frente)


Embora a sugestão tenha sido enviada há 5 meses, o vereador responsável das obras municipais - Luís Duque - ainda não respondeu.

quarta-feira, maio 19, 2010

Passeios devem de ter largura livre igual ou superior a 1,50m

Segundo o Decreto-Lei nº 163/2006, de 8 de Agosto, "os passeios adjacentes a vias principais e vias distribuidoras devem ter uma largura livre não inferior a 1,5 m."

Há excepções na lei. Espaços "cujo início de construção seja anterior a 22 de Agosto de 1997, são adaptados dentro de um prazo de 10 anos, a contar" desde 2007. Na prática, isto significa que a Câmara Municipal de Sintra tem até 2017 para adaptar todo o espaço público a este decreto de lei. Depois de 22 de Agosto de 1997 o prazo encurta-se para 5 anos.

Segundo o Gabinete Municipal de Apoio ao Munícipe e Controlo de Processos, o Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação do Concelho de Sintra também regula esta matéria no artigo 22.º e no artigo 44.º onde é referido que "a colocação de sinalética, iluminação ou demais mobiliário urbano nos passeios, quer seja da responsabilidade de entidades públicas ou privadas, não pode constituir restrição ao seu uso pleno, devendo garantir-se, em qualquer circunstância, uma largura mínima de 1,50 metros livres de qualquer obstáculo."

quinta-feira, maio 06, 2010

A rampa tortuosa da Rua da Tascoa

Perto de duas escolas existe esta rampa para pessoas com mobilidade reduzida e para carrinhos de bebé. O problema é conseguir dar-lhe uso:
Rampa na Rua da Tascoa

Rampa na Rua da Tascoa

terça-feira, abril 27, 2010

Contentores da SUMA deixam a rua da Tascoa quase sem passeio

Uma das ruas históricas na freguesia de Massamá quase ficou sem passeio após a instalação dos novos contentores da SUMA. A Câmara Municipal de Sintra foi questionada se existe algum regulamento sobre mobilidade que defina o tamanho mínimo de passeios. Cadeiras de rodas e carrinhos de bebé passam a circular na estrada para dar cedência aos contentores da SUMA.

sexta-feira, setembro 18, 2009

João Silva entende que freguesias da cidade em diálogo podem ser mais reinvidicativas

No debate organizado pela Rádio Ocidente/RCS/Jornal de Sintra entre os candidatos à Junta de Freguesia de Massamá, o candidato do Bloco de Esquerda à presidência entende que as três freguesias da cidade podem entender-se em prol de uma "dinamização cultural, social e desportiva."

segunda-feira, maio 25, 2009

Intervenção Operacional Estratégica de Queluz nunca teve consulta pública

As obras que estão a decorrer na Av. Miguel Bombarda nunca foram submetidas a consulta pública. Houve um inquérito prévio a alguns residentes e lançou-se um projecto à margem dos cidadãos de Queluz.

sexta-feira, maio 08, 2009

"Governação local estagnou" Ana Gomes

Lúis Novais Tito – O Município de Sintra é um dos casos de maior complexidade de integração social e de maiores problemas de acesso e mobilidade, principalmente em relação aos munícipes que trabalham em Lisboa. Como pensa abordar estas duas questões quando vier a ser eleita Presidente da Câmara?

quarta-feira, fevereiro 11, 2009

Mobilidade e qualidade de vida

Trabalhando a maior parte da população fora da cidade, as deslocações de casa para o trabalho são a realidade diária de muitos/as queluzenses. As autarquias têm o dever de trabalhar no sentido de promover o transporte público de qualidade, por razões sociais (porque é o meio de transporte utilizado pelos mais desfavorecidos) e por razões ecológicas (porque o uso do automóvel é uma das maiores causas da poluição). Assim, é preciso que a rede de transportes públicos seja dita pelas necessidades dos/as cidadãos/ãs e não pelos lucros que as transportadoras pretendem ter. E defender o passe social torna-se urgente face à possibilidade da sua extinção.

segunda-feira, dezembro 01, 2008

Acessibilidades: um problema sem resolução

Como foi noticiado pelo Cidadania Queluz em Janeiro, a Câmara Municipal da Amadora vai criar um corredor para um novo trolei bus. Em Sintra constroem-se estradas, rotundas e não se faz mais investimento em transportes. Para além disso não existe concorrência entre as empresas transportadoras. Percorrer um quilómetro de autocarro na cidade chega a custar 2 euros.

Um dos objectivos do Presidente da Câmara Municipal de Sintra é trazer o Metro Lisboa da Reboleira até Queluz, no entanto, a Secretária de Estado dos Transportes, em declarações ao Diário Económico indicou que “é preciso ter a noção de que os metropolitanos são mais adequados para os transportes urbanos e não para os suburbanos. O Metro de Lisboa vai aos concelhos limítrofes, e deve ir, mas em termos de expansão a questão é diferente. Os comboios é que existem para os transportes suburbanos, mais os transportes colectivos rodoviários”.

Mais do que a ligação ao metro que em tempo não traria nenhum benefício aos cidadãos de Queluz, talvez mais urgente que isso seria criar melhores transportes nas zonas onde a oferta é escassa: Belas, Idanha, Campinas, Pendão e Massamá Norte. São zonas da cidade onde os transportes públicos são servidos à população apenas por uma única empresa: a Vimeca.

A ligação da estação Queluz-Belas a Belas, Idanha e Campinas é feita em autocarros onde as condições em hora de ponta são semelhantes a países em desenvolvimento: as pessoas viajam em sardinha em lata como se pode verificar neste problema: Estrada Belas-Queluz : suplicio chegar à estação.

A solução conjunta da Junta de Freguesia de Queluz e Câmara Municipal de Sintra para a resolução deste problema passa pela criação de uma nova rotunda e uma nova estrada numa zona classificada como leito de cheia que é o Rio Jamor comprometendo a promessa da construção da 3ª e 4ª fase do Parque Felício Loureiro.

Enquanto noutras Câmaras Municipais já foi entendido que mais estradas e novas rotundas contribuem para haver mais carros, a Câmara Municipal de Sintra parece ainda não ter entendido que só melhores transportes públicos (como troleis) e ciclovias vêm resolver o problema dos transportes em Sintra. E essa é uma das suas responsabilidades.

Sobre não haver dinheiro: Quantos milhões de euros foram gastos no Eléctrico de Sintra nos últimos 10 anos? Qual a relação custo-benefício para a população do concelho de Sintra? No percurso entre Sintra e a Ribeira de Sintra apenas foram vendidos 329 bilhetes no mês de Abril. Quantos bilhetes seriam vendidos se houvesse troleis que ligassem Massamá Norte, Campinas, Idanha, Belas e Queluz? Milhares de pessoas sairiam a ganhar em acessibilidades dentro da cidade sem necessidade de recorrer ao carro.

Qual a percentagem de impostos da Câmara Municipal de Sintra que é gasta na vila e qual a percentagem que é gasta no resto do concelho:

Um pequeno exemplo são as luzes de natal onde a Câmara na vila de Sintra gastou 117 mil euros (e talvez mais recursos da Cãmara) enquanto as freguesias da cidade de Queluz tiveram atribuídos 49 mil euros. Menos de metade.