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sexta-feira, março 19, 2010

Novos contentores da SUMA: "alguém parece ter ganho qualquer coisita, mas os moradores não!"

Contentores da SUMA

Pela primeira vez, desde que foram colocados os novos monstros contentores na Avenida de Miguel Bombarda,observei,pelas 23.00,a recolha de lixo dos mesmos.O que senti foi que a «cara lavada» da Avenida encheu os bolsos a muitos, certamente.

Os dois monstros contentores foram despejados, automaticamente, pois nenhum funcionário saiu do novo carro de recolha, da SUMA (antes saíam dois)e o show continuava, os contentores vazados retomaram seus lugares(um espaço de luxo, diga-se)e outro tanto lixo, dentro de sacos, permanece na via pública(defronte de um café com mini-esplanada), provavelmente, amanhã, sábado, irá lá lá passar o dia, a feder, a dar aspecto de subúrbio à Avenida de cara lavada e requalificada…

Para já os monstros não são suficientes ao longo da Avenida, nem todos os conseguem abrir ou não chegam ao pedal e de 3 funcionários para a recolha passou-se para 1!!! Alguém parece ter ganho qualquer coisita, mas os moradores não! A não ser que os pormenores estejam na sacola de alguém…A ver vamos!

terça-feira, março 16, 2010

Perdoem-lhe...ou talvez não

“O que está em causa é money for the boys”. A frase é do ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, e foi proferida no dia 11 de Março na Assembleia da República, na discussão sobre o Orçamento de Estado.

Quando ouvi a dita tirada, pus várias hipóteses:

- o ministro das Finanças resolveu fazer um acto de contrição público pelos magodes de assessores (nomeados) que preenchem os vários gabinetes governamentais desde há décadas (a começar pela própria pasta que tutela): “ele” é assessores, adjuntos, secretárias, tudo bem pago e nem sempre com trabalho para apresentar

- o ministro das Finanças decidiu moralizar (nos critérios de escolha e nos gastos) tudo o que envolve a constituição (por nomeação) dos gabinetes dos diversos grupos parlamentares, quer na Assembleia da República, quer no Parlamento Europeu

- o ministro das Finanças vai acabar com a nomeação de jovens empreendedores políticos (principescamente remunerados e sem curriculum) transformados em gestores com o objectivo oculto de serem comissários políticos e emissários pessoais nas empresas participadas por capital público.

- o ministro das Finanças quer pôr fim à “pouca vergonha” dos milhões de euros gastos em consultoria (estudos, pareceres, comissões, etc), cuja relevância e mérito dos seus agentes é muito discutível

- o ministro das Finanças empenhar-se-á em tornar menos opaco e esbanjador, no mínimo, o critério de selecção e respectiva remuneração dos governadores civis e dos delegados do Instituto Português da Juventude

- aí temos os nossos governantes a tratar a sério da questão do financiamento dos partidos políticos,

Afinal estava enganada. O ministro da Finanças, no seu afã de poupar dinheiro onde puder sem olhar a meios, não queria mexer nestas seis fontes de despesismo beneficiadoras (muitas vezes) de gente sem competência (nomeada) e/ou de estruturas que em nada melhoram a vida do Estado e dos cidadãos.

O ministro das Finanças referia-se, afinal, à verba para pagar os salários dos Presidentes de Junta de Freguesia. Referia-se a cinco milhões de euros para pagar 14 meses de salários aos 4260 Presidentes de Junta de Freguesia democraticamente eleitos.

Ignóbil, sem dúvida, a forma como este ministro do Estado e das Finanças (des)considerou aqueles que são os eleitos mais próximos da população, pior pagos e que, em tantos casos, mais trabalham em prol da comunidade.

Em primeiro lugar, pela ideia da própria “dieta”, que é formal e substancialmente inaceitável: formalmente porque os Presidentes de Junta são eleitos; substancialmente porque realizam um óptimo trabalho (regra geral), muito além da remuneração que usufruem.

Em segundo lugar, pelo lamentável expediente através do qual a ideia foi apresentada: se o desejo de poupar no erário público justamente à custa de quem tanto faz pela população é já de si um erro repugnante, a adjectivação e pretensa justificação para tal proposta é insultuosa e revela a nula dimensão política e republicana de um tecnocrata (sem juízos de valor sobre a sua qualidade enquanto tal).

O modo/local também é bizarro: a casa da República (Parlamento), lamentando eu que não tivesse havido um simples reparo do Presidente da Assembleia da República.

Por fim, não posso deixar de me envergonhar pelo facto desta infeliz frase sair da boca do ministro de um governo socialista.

Por isso, mais do que a veemente crítica que atrás expressei, quero deixar, em meu nome pessoal, de uma socialista que é Presidente de Junta de Freguesia, um duplo pedido de desculpas: aos meus caros homólogos e aos prezados eleitores que confiaram o seu voto no PS.

Fátima Campos

Presidente de Junta de Freguesia de Monte Abraão

quinta-feira, outubro 08, 2009

Paredes pintadas na zona do Shopping

Venho por este meio mostrar o meu desagrado e de muitos outros moradores de Massamá na zona do Shopping.

segunda-feira, setembro 14, 2009

Urbanização Cidade Desportiva rodeada de estradas

Venho manifestar a mais viva indignação por transformarem as ruas da Urbanização em estradas tornando a vida dos habitantes da Urbanização Cidade Desportiva em Monte Abraão_Queluz num inferno.

sexta-feira, setembro 11, 2009

Debate para Sintra

Vi hoje, na TVI24, o debate dos candidatos à Câmara de Sintra.
Começando pela falta de educação: sempre que Ana Gomes falava, Fernando Seara interrompia. Baptista Alves falou bem sobre a necessidade de uma renovação do PDM.

Debate para Sintra

Vi hoje, na TVI24, o debate dos candidatos à Câmara de Sintra.
Começando pela falta de educação: sempre que Ana Gomes falava, Fernando Seara interrompia. Baptista Alves falou bem sobre a necessidade de uma renovação do PDM.

Debate para Sintra

Vi hoje, na TVI24, o debate dos candidatos à Câmara de Sintra.
Começando pela falta de educação: sempre que Ana Gomes falava, Fernando Seara interrompia. Baptista Alves falou bem sobre a necessidade de uma renovação do PDM.

quarta-feira, junho 24, 2009

Campinas: Casas da Câmara infestadas com baratas

Venho por este meio pedir em público ao sr. Fernando Seara para mandar fazer a desinfestação das casas [da Av. de Portugal] que deu nas Campinas porque estão cheias de baratas.

segunda-feira, junho 22, 2009

Insegurança na Avenida Miguel Bombarda

Trabalho por turnos há já 16 anos, e nos últimos 2 anos, quando chego a Queluz, às 0 horas e 50 minutos, vejo-me «obrigada» a apanhar o autocarro que passa na Miguel Bombarda(assim como outras pessoas que também trabalham por turnos), por questões de segurança. Da estação à minha casa são apenas alguns metros, mas não arrisco a ir a pé até ao Pendão.

quinta-feira, junho 11, 2009

Obras à portuguesa (a instalação da fibra óptica na cidade de Queluz)

Sempre me fez muita confusão a falta de planeamento para certas obras. Os telefones abrem um buraco, na semana seguinte vem o gás com outro buraco. A seguir, no mesmo local, vêm os homens das águas e toca a abrir novo buraco. Etc.

quarta-feira, maio 06, 2009

Miguel Bombarda: Quem está mal?

Ontem, cansada de mais um dia de labuta, segui a pé pela avenida mais caótica de Queluz, entretanto encontro o que as fotos demonstram... Agora pergunto, quem está mal, eu ou eles?

quarta-feira, abril 22, 2009

Jardinagem: aproveite a sua varanda no combate à crise

Existem muitas varandas nos prédios da cidade de Queluz sem qualquer utilização por parte dos seus proprietários. Muitas vezes as varandas apenas são utilizadas para a construção de marquises.

terça-feira, abril 14, 2009

Quem defende o Rio Jamor?

As obras casuísticas avançam na cidade e a pouco e pouco o Rio Jamor é coberto pela urbe. Hoje pelo menos 20 andorinhas voavam livres pelo rio. Um dia os cidadãos de Queluz podem perder um corredor verde.

segunda-feira, abril 06, 2009

Direcção do Palácio de Queluz de costas voltadas para a cidade

O Palácio Nacional de Queluz desenvolve uma estratégia cultural de costas voltadas para a cidade de Queluz. Não existe qualquer política de desenvolvimento cultural da cidade de uma instituição financiada pelo orçamento do Instituto dos Museus e da Conservação/IPPAR.

sexta-feira, abril 03, 2009

Av. Dr. Fernando Ricardo Ribeiro Leitão

Em Massamá, na Av. Dr. Fernando Ricardo Ribeiro Leitão, junto à rotunda com a rua Direita, é o " pão nosso de cada dia". Sem o mínimo de respeito, alguns automobilistas deixam a sua viatura sem tomar os necessários cuidados.
Resultado. O autocarro urbano (faz o trajecto, estação de caminho de ferro - Massamá Norte) não pode passar e as pessoas impedidas de chegar a tempo aos seus locais. Hoje (14. 45 h.), o autocarro, durante cerca de 10 minutos tocou, tocou a buzina . . e nada. O "exemplar" cidadão não apareceu.

quarta-feira, abril 01, 2009

Princípio da responsabilidade, Fátima Campos

altatensaoInfelizmente, o grupo parlamentar do Partido de que faço parte parece não considerar relevante o “princípio da precaução” e não tomar a sério os avisos da Organização Mundial de Saúde (OMS), preferindo enredar-se numa argumentação que nada deve à lógica para justificar o voto contra projectos de Lei importantes e necessários.

terça-feira, março 31, 2009

Concelho de Queluz : um projecto dos cidadãos

Os impostos pagos pelos cidadãos de Queluz não têm retorno e são gastos sobretudo na Vila de Sintra. Não é só a cidade de Queluz que é afectada por esta situação: o concelho de Oeiras, por exemplo, apesar de ter requalificado o Rio Jamor, continua a sofrer com a poluição que vem de Queluz e da Serra da Carregueira.

domingo, março 22, 2009

Rua Professor Armando Lucena já conta com 3 carros abandonados

carroabandonadoqueluz

A Rua Professor Armando Lucena da cidade de Queluz já conta com 3 carros abandonados. A rua fica na freguesia de Massamá perto da Estação Barcarena-Massamá e apesar de ficar do lado de Tercena, esta parcela da Rua pertence à cidade de Queluz.

sexta-feira, março 20, 2009

Recolher obrigatório na cidade de Queluz

Desde 2003, quando fui assaltada dentro do meu próprio prédio que sou adepta do recolher obrigatório, ou seja, após o por do sol, só por extrema necessidade ando na rua.

Isto faz com que regressar do trabalho ás 19.30 diariamente seja uma experiência traumatizante que vivo diariamente.