terça-feira, setembro 01, 2009

CDU: "não pode deixar de lamentar a existência de forças políticas que fazem a sua intervenção pública sem terem ética"

(Comunicado:)Foi com perplexidade e indignação que a CDU de Agualva verificou que, em plena pré-campanha eleitoral para as autarquias locais, estava a decorrer a distribuição de um Boletim da Junta de Freguesia referente aos meses de Janeiro a Julho de 2009, onde constava que, “Até data de fecho desta edição não foi recepcionado nenhum texto para publicação”, por parte da CDU e do BE.

A CDU não pode deixar de referir que esta nota do Executivo da Junta de Freguesia inserida no Boletim não corresponde à verdade, dado que a CDU não recebeu qualquer pedido do Executivo da Junta de Freguesia para concretizar o texto a que tem direito para o respectivo Boletim da Junta de Freguesia, onde habitualmente apresenta o balanço da sua intervenção na Assembleia de Freguesia de Agualva em defesa da qualidade de vida em Agualva.

A CDU não pode deixar de lamentar a existência de forças políticas que fazem a sua intervenção pública sem terem ética política, julgando que deste modo podem enganar os Agualvenses, sobre o que tem sido a intervenção, bastas vezes negativa, da Coligação Mais Sintra na Junta de Freguesia de Agualva.

A CDU nem quer considerar que esta acção antidemocrática do Executivo da Junta de Freguesia foi despoletada devido à intervenção que a CDU fez na última Assembleia de Freguesia em que denunciou a postura desse Executivo quanto à forma pouco transparente como está a gerir os dinheiros públicos. A verificar-se esta situação de falta de rigor e verdade a mesma reveste-se de contornos pouco condizentes com o exercício de cargos públicos.

Esta atitude seria claramente retaliatória e antidemocrática tentando, através destes métodos, impedir que a verdade chegue ao conhecimento dos Agualvenses.

Por último, a CDU denuncia a falsidade da afirmação, feita pelo Executivo da Junta no mesmo Boletim, de que o pedido de Auditoria feito ao Tribunal de Contas pela Assembleia de Freguesia teria sido arquivado. Aquilo que é referido no ofício do Tribunal de Contas à Assembleia de Freguesia de Agualva é que só faria uma Auditoria às contas do Executivo da Junta de Freguesia com carácter de urgência, se o mesmo fosse pedido pela Assembleia da República ou pelo Governo. Dá ainda nota que quem o poderá fazer, com a urgência necessária pedida pela Assembleia de Freguesia de Agualva, é a Inspecção Geral das Autarquias Locais, para quem a Assembleia de Freguesia de Agualva fez também semelhante solicitação.

Foi com perplexidade e indignação que a CDU de Agualva verificou que, em plena pré-campanha eleitoral para as autarquias locais, estava a decorrer a distribuição de um Boletim da Junta de Freguesia referente aos meses de Janeiro a Julho de 2009, onde constava que, “Até data de fecho desta edição não foi recepcionado nenhum texto para publicação”, por parte da CDU e do BE.



A CDU não pode deixar de referir que esta nota do Executivo da Junta de Freguesia inserida no Boletim não corresponde à verdade, dado que a CDU não recebeu qualquer pedido do Executivo da Junta de Freguesia para concretizar o texto a que tem direito para o respectivo Boletim da Junta de Freguesia, onde habitualmente apresenta o balanço da sua intervenção na Assembleia de Freguesia de Agualva em defesa da qualidade de vida em Agualva.



A CDU não pode deixar de lamentar a existência de forças políticas que fazem a sua intervenção pública sem terem ética política, julgando que deste modo podem enganar os Agualvenses, sobre o que tem sido a intervenção, bastas vezes negativa, da Coligação Mais Sintra na Junta de Freguesia de Agualva.



A CDU nem quer considerar que esta acção antidemocrática do Executivo da Junta de Freguesia foi despoletada devido à intervenção que a CDU fez na última Assembleia de Freguesia em que denunciou a postura desse Executivo quanto à forma pouco transparente como está a gerir os dinheiros públicos. A verificar-se esta situação de falta de rigor e verdade a mesma reveste-se de contornos pouco condizentes com o exercício de cargos públicos.



Esta atitude seria claramente retaliatória e antidemocrática tentando, através destes métodos, impedir que a verdade chegue ao conhecimento dos Agualvenses.



Por último, a CDU denuncia a falsidade da afirmação, feita pelo Executivo da Junta no mesmo Boletim, de que o pedido de Auditoria feito ao Tribunal de Contas pela Assembleia de Freguesia teria sido arquivado. Aquilo que é referido no ofício do Tribunal de Contas à Assembleia de Freguesia de Agualva é que só faria uma Auditoria às contas do Executivo da Junta de Freguesia com carácter de urgência, se o mesmo fosse pedido pela Assembleia da República ou pelo Governo. Dá ainda nota que quem o poderá fazer, com a urgência necessária pedida pela Assembleia de Freguesia de Agualva, é a Inspecção Geral das Autarquias Locais, para quem a Assembleia de Freguesia de Agualva fez também semelhante solicitação.



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