Por outro lado, e apesar da escassez de recursos, a Câmara deveria ter reorientado a sua despesa para reforçar a Acção Social e política de Habitação, áreas que, devido à crise, terão certamente uma procura maior no ano que se avizinha.
A inexistência de medidas de prevenção da violência doméstica ou da sinistralidade rodoviária, fenómenos que, em Sintra, têm preocupantes dimensões, ou a ausência de um plano contra incêndios na Serra da Carregueira, são outros exemplos da insuficiência destes das respostas da Câmara para os problemas mais imediatos do Concelho.
O Bloco considera ainda não existirem perspectivas de mudança do rumo político que marcou os sete anos de governação da Coligação Mais Sintra e da CDU (e que, neste mandato, contou com o PS).
Mais uma vez, é adiada a revisão do Plano Director Municipal, ficando esquecidos o Plano Estratégico e a clarificação de questões fundamentais como a relação da Autarquia com Empresas Municipais, fundações e sociedades que financia.
Os documentos foram aprovados com os votos da maioria de Direita, a abstenção da CDU e PS (Fátima Campos votou contra as Grandes Opções do Plano).
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