domingo, maio 17, 2009

Jardins do Palácio: recuperação afinal vai "demorar muitos anos"

Após dois anos de jardins encerrados para recuperação, e apesar de terem sido inaugurados no dia 14 de Maio, os Jardins continuam por recuperar na sua totalidade.

"É melhor que nada" referiu o Presidente da Junta de Freguesia de Queluz ao Público, apesar de estar  "muito longe do que foi prometido."

Património Vegetal com sede

O sistema hidráulico concebido por Manuel da Maia no séc. XVIII ficou por recuperar. Ora este sistema é a fonte de vida para os jardins.

"Não me vou calar enquanto não for feita a recuperação dos Arcos Reais e dos sistemas hidráulicos desde a mina do Pendão até aqui." "O palácio e os jardins não podem ser abandonados só porque agora fizeram qualquer coisa" refere Barbosa de Oliveira, Presidente da Junta de Freguesia de Queluz.

O Ministro da Cultura afirma ao Jornal Público que "A obra não está acabada. Esta fase de recuperação ainda está longe de estar acabada e vai demorar muitos anos."

Matagal continua a ser característica

Segundo o Jornal Público são vários os caminhos dos jardins do Palácio de Queluz encerrados para disfarçar o matagal.

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Um comentário:

  1. Caros Senhores

    Há aproximadamente 15 dias atrás visitei o Palácio e respectivos jardins. Quando acabei a visita ao interior do Palácio saí e, acto automático, como fumador que sou, acendi um cigarro. Prontamente apareceu um "funcionário" que me mandou apagar o cigarro.

    Fiquei surpreendido pela atitude porque, à saída do Palácio, não existe nenhuma indicação proibindo o acto de fumar num espaço aberto, nem dístico vermelho ou outro com o respectivo decreto-lei (como manda a lei, é claro).

    A senhora responsável pelo Palácio, cujo nome não anotei, deve-se lembrar que é apenas uma mera cidadã e funcionária do Estado e, como tal, tem de obedecer à Lei portuguesa como todos nós.

    Se "sua Excelência" fica incomodada com o cheiro do fumo de cigarro ao ar livre, por favor coloque as respectivas placas legais e preocupe-se mais com o estado de degradação em que se encontram os jardins do Palácio, os quais, ao longo dos anos, nunca os vi assim.

    A incompetência tem limite e compete ao Estado português gerir as pessoas que nomeia para os respectivos cargos.

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