Como contrapartida pela construção dos novos fogos habitacionais, o empreiteiro entregou à gestão da Junta de Freguesia de Massamá a antiga residência do marechal António de Spínola, uma piscina e uma estufa além dos espaços para jardins/mata.
Da antiga residência do marechal, fez a Junta de Freguesia de Massamá a sua sede, decisão criticada em 2004 por Edite Estrela, ex-presidente da Câmara Municipal de Sintra. Considerou que o espaço não era "adequado" e no seu entender o espaço deveria ser para "um restaurante ou salão de chá para usufruto da população."
Já Guadalupe Gonçalves, ex-vereadora da Câmara Municipal de Sintra criticou a entrega dos equipamentos pois a Junta não teria capacidade de os gerir salientando que a Câmara tem uma empresa municipal com essa experiência: a EDUCA.
A Junta de Freguesia em 2004 ficou assim responsável por um parque urbano, um jardim botânico, uma mata, uma piscina, uma das residências históricas de Massamá não abatidas por empreiteiros e uma piscina.
Susete Evaristo, visitou o local o mês passado. A gestão da Junta está à vista:





Então o que é que anda a fazer a empresa TELEFLORA que, supostamente, trata os espaços verdes em Massamá. Ou será que o desleixo demonstrado é proporcional à divida de mais de 200.000 euros que a Junta de Freguesia de Massamá tem desde 2005 para com esta empresa? O que é que a Junta ganha em manter esta situação?
ResponderExcluirAqui deixo a minha contribuição em prole de uma cidadania sã e não promíscua.
ResponderExcluirNão me parece que a entrega da "Quinta das Flores" à Câmara Municipal seja uma boa alternativa à incapacidade demonstrada pela Junta de Freguesia para gerir aquele espaço, uma vez que a Câmara já tem, por motivos vários que não me parece oportuno analisar aqui,incapacidades sobejamente demonstradas e conhecidas.
Discordo também da sugestão de entrega do referido espaço à EDUCA, porquanto considero que esta tem prestado um mau serviço à generalidade dos cidadãos, preterindo-os em favor de minorias e interesses subjacentes.
Critico frontalmente a forma como este assunto foi abordado no Cidadania, porque me parece que o é duma forma tendenciosa, apontando a eito as incorreções(comportamento reforçado pelas próprias fotografias), e o dedo para os responsáveis, sem porém analisar O PORQUÊ da situação, que seria a 1ª questão a analisar, para depois sugerir soluções.
A falta de acção deve-se a negligência por parte dos responsáveis daquela Junta de Freguesia, ou estes deparam-se com dificuldades aqui não tidas em consideração e passíveis de serem colmatadas?
Sugiro que o caminho para a reparação, comece por um diálogo com as pessoas adestritas àquele organismo, habilitadas a tomar decisões.
Gostaria de reafirmar e demonstrar mais afincadamente o meu descontentamento nao só pela falta de ideias e/ou vontade de fazer coisas positivas pelos cidadaos e pela sua qualidade de vida, por parte das varias juntas de freguesia deste nosso concelho de sintra. Porem, concordando totalmente com o comentario anterior, (o qual congratulo e enalteço) tenho a convicçao de que a sugestao de entregar o Parque (ou seja o que for) à EDUCA seria ainda pior hipotese. Avaliando as infrastruturas geridas pela dita empresa em Sintra, eu diria que seria equivalente a fechar o parque da Quinta das flores de imediacto, uma vez que acaba por eventualmente, acontecer a todos os espaços por eles geridos. Podia enumerar aqui uma enormidade de exemplos do que referi mas penso que sao subejamente conhecidos e todos nós que habitamos neste concelho certamente temos um destes trites exemplos na nossa area...
ResponderExcluirGostaria ainda de realçar uma vez mais o meu desagrado, em relacçao a esta situaçao entre a camara as juntas e a educa, que retira todo o espaço a qualquer empreendedor que se proponha animar e reavivar algums destes espaços, tao mal aproveitados por estas instituiçoes mas que sobre os quais o cidadao pouco pode fazer senao denunciar e mostrar o seu maior desagrado.