terça-feira, fevereiro 24, 2009

Junta de Freguesia de Monte Abraão, Ministério da Educação e forças policiais combatem violência na Escola Ruy Belo

A Escola Ruy Belo da cidade de Queluz em Monte Abraão está a ser alvo das atenções nacionais, quer por parte do Ministério da Educação como também das forças policiais. Segundo o DN, desde o início do ano lectivo já foram suspensos 60 alunos.

Além dos 60 alunos suspensos, uma  funcionária foi agredida com um murro por um aluno de 13 anos. Uma docente contou ao DN que decorrem nesta escola "ameaças de morte a professores".

Para combater esta situação de violência foi criado na escola um Gabinete de Intervenção Disciplinar e contratados dois seguranças.

Junta de Freguesia de Monte Abraão actua no combate à violência

teatrodebateescolaruybeloA Junta de Freguesia de Monte Abraão promoveu no dia 16 de Fevereiro, nas instalações do Grupo de Teatro Teatroesfera, uma sessão de Teatro-Debate, dirigida a cerca de 100 crianças, jovens e professores do Agrupamento de Escolas Ruy Belo, em Monte Abraão.

A Junta de Freguesia de Monte Abraão refere que o  Teatro-Debate "teve como objectivo a prevenção de comportamentos de risco e como metodologia de intervenção a comunicação, tendo-se revelado como um meio privilegiado de promoção do diálogo e discussão de questões de relacionamento interpessoal, nas suas diferentes dimensões, como disso foram exemplo o foro íntimo da sexualidade, violência e bullying".

Medida preventiva de Bullying é aplicada na Escola

Dentro das instalações da Escola Ruy Belo a utilização de telemóveis encontra-se proibida. Segundo o DN o objectivo é "travar os episódios de violência e indisciplina associados a este equipamento."

3 comentários:

  1. Embora não sendo psicóloga ou pedagoga, penso que o procedimento mais correcto para combater este triste estado a que chegamos, é utilizar como metodologia de intervenção a comunicação, e nunca a força, que lamentavelmente foi a escolha de quem tem responsabilidade directa.
    Infelizmente a tendência é para que estes problemas se agravem e multipliquem, pois eles são o reflexo da nossa sociedade.
    Que culpa se pode atribuir a uma criança que é o espelho do comportamento vândalo daqueles que lhe servem de referência, se não mesmo acérrimos cumpridores daquilo para que são diariamente programados?
    Com a actual cultura emergente de violência desbragada, acompanhada de uma descomunal ausência de cultura no sentido lacto, e falta de sensatez, eu pergunto: por onde começar?

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  2. Perante o título, oferece-me perguntar: de que estão à espera para uma intervenção das Forças Armadas? Porque não Exército, Aviação e Marinha?
    Eventualmente, o combate à violência juvenil carece de outras violências maiores?
    Estou estupefacta!

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  3. Sou mãe de uma ex-aluna da referida escola Ruy Belo e que conheço muito bem e o que acontece é que a dita escola (se assim se lhe pode chamar) é cem vezes pior do que o que se escreve e diz, só vendo, e para mim que vivi cinco anos em sobressalto ao ponto de ter de ir levar e buscar a minha filha todos os dias (mesmo morando na rua abaixo da mesma)a culpa é do concelho directivo desta que durante cinco anos teve sempre a mesma presidente que nunca fez rigorosamente nada para salvaguardar a segurança dos alunos nem para os defender. Essa senhora não recebe os alunos quando são agredidos e muito menos os pais e na maioria das vezes nem os agentes da escola segura, o que já aconteceu comigo. Os alunos estão em auto-gestão; está mais que na hora de demitir essa presidente e de colocar em funções alguem responsavel e competente para o lugar. Fiz várias queixas na PSP de Queluz sempre que a minha filha foi roubada e ameaçada e na escola apenas consegui ser recebida pela directora de turma que me ouvia e ia dar o recado à dita presidente e voltava de seguida com o recado pra mim sempre a descartar a culpa da escola chegando até a usar argumentos do regulamento que não existiam para não assumir culpas de nada. Estas conversas passavam-se perto da porta do concelho directivo e eu via que nada se fazia lá dentro apenas comer.
    Tirem essa mulher daí pra fora!

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