Responsável pelo nascimento e crescimento em altura de grande parte da actual Massamá, de forma enérgica, galopante e inclemente (passada mais uma semana europeia da mobilidade pode-se ver em Massamá tudo aquilo que não deve ser feito neste capítulo) a construtora mantém um grande parque de inertes na freguesia, faz circular durante todo o dia os seus veículos pesados na densa área urbana e, considera-se autorizada a fazer o despejo maciço dos aterros que provêm da construção da nova estação de comboios no espaço reservado ao futuro Parque de Colaride.
Diz que detém direitos sobre aquele lugar, já consagrado em reconhecimento público e autárquico ao Património e ao Lazer que será de todos.
Enquanto se espera pela tão aguardada concretização do projecto do Parque, apetece concluir dizendo que esta freguesia ainda é para velhos (...hábitos?).
No Blog Massamá, cidade aberta
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